Apesar de a ex-presidente Dilma Rousseff ter virado piada quando falou em público sobre a possibilidade de “estocar vento”, ela não estava completamente equivocada. Armazenar ar comprimido em momentos em que a energia está mais barata para liberá-lo mais tarde e fazer girar turbinas de vento quando é necessário é um conceito bastante estudado e considerado possível. Mas apesar de essas “baterias de vento” serem uma boa ideia, as baterias químicas é que estão avançando mais rapidamente no aspecto do armazenamento de energia em massa.

Empresas como a Tesla já possuem tecnologia para criar e instalar baterias em redes elétricas de grandes e pequenas cidades para que seja possível aproveitar completamente a produção de energia renovável — seja eólica, solar ou qualquer outra. Isso porque, quando temos dias de sol, painéis solares produzem mais energia do que é as pessoas normalmente consomem durante o dia. Quando cai a noite, os painéis param de produzir, e o consumo aumenta exponencialmente.

Usando baterias químicas, é possível armazenar uma boa quantidade de eletricidade durante todo o dia para que isso seja utilizado durante a noite ou mesmo em dias nublados. É possível também escalar essa aplicação de baterias em âmbito doméstico para toda uma cidade, por exemplo, ou mesmo toda uma rede elétrica.

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